Vampira solitária

Oh, vampira graciosa, bela como a noite, Com olhos profundos que brilham na escuridão, Um coração imortal, que bate em um ritmo lento, E uma alma que arde em chamas de paixão.

Com dentes afiados, que rasgam a carne, E um corpo que dança sob a luz da lua, Você caminha pela noite, como uma rainha, E envolve os mortais em sua teia de sedução.

Mas há algo mais em sua beleza sombria, Uma tristeza que permeia seu olhar, Como se o peso da eternidade a oprimisse, E a deixasse presa em um mundo sem fim.

Oh, vampira amada, que vive em uma solidão, Em meio aos segredos e mistérios da noite, Que anseia por um amor verdadeiro, Mas que sabe que isso nunca será possível.

E assim, você continua sua dança macabra, Em busca de algo que nunca poderá ser seu, Com um coração que sangra em silêncio, E uma alma que chora em profunda dor.

Oh, vampira solitária, que vive em um mundo de escuridão, Que envolve os mortais em seus braços gélidos, E que guarda em seu peito uma paixão eterna, Que jamais será saciada, nem mesmo em um sonho.
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