Não é a felicidade que eu procuro. Ela mata-nos os olhos, a boca, os ouvidos
Não quero beber esse silêncio, essas lágrimas de alegria
Não sentes? O nosso corpo solto, molhado, caindo das janelas,
Não vês ? Podemos ser como a chuva que lavra lá fora...
Não é a felicidade que eu procuro. Há-de ter outro nome, outro rosto, outra força...
Não quero beber esse silêncio, essas lágrimas de alegria
Não sentes? O nosso corpo solto, molhado, caindo das janelas,
Não vês ? Podemos ser como a chuva que lavra lá fora...
Não é a felicidade que eu procuro. Há-de ter outro nome, outro rosto, outra força...
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