És tu que preenches a nossa alma de paz.
És tu que preenches a nossa alma de paz.
Em ti o nosso olhar ganha visão periférica e revivemos quase sempre o verão.
O tempo dos mergulhos pelo fim da tarde. Quando os outros levantavam a toalha da areia e voltavam para as suas casas, então, nós chegavamos.
Depois, ficamos ali, sentados, na areia fina da praia para ver o sol a cair no mar...
As gaivotas ficavam agitadas, na procura de migalhas de pão, ficavam rodopiando por cima das nossas cabeças, soltando gritos
A nossa infância mora nas tuas ondas...
Os castelos de areia, as caminhas, as corridas, a bola, as cartas, a merenda e a fogueira na praia...
O ano inteirinho, tu és fonte de energia vital.
A mãe e a café com leite na garrafa termos... O pão com manteiga e a barraca às riscas azul e branca.
As longas conversas sobre a essência das coisas. O regresso a casa embalados na oração e nas canções do senhor António.
Meu Deus, que tempos de tanta alegria!
Alguns instantes que sejam perto de ti, bastam para saltar e correr durante semanas.
És tu que preenches a nossa alma de paz.
Não existe alma viva que não te admire e te tema
Que te respeite e admire
Senhor
ai de mim
de nós
sem ti
pmariabotelho
04032023 temponovo
Em ti o nosso olhar ganha visão periférica e revivemos quase sempre o verão.
O tempo dos mergulhos pelo fim da tarde. Quando os outros levantavam a toalha da areia e voltavam para as suas casas, então, nós chegavamos.
Depois, ficamos ali, sentados, na areia fina da praia para ver o sol a cair no mar...
As gaivotas ficavam agitadas, na procura de migalhas de pão, ficavam rodopiando por cima das nossas cabeças, soltando gritos
A nossa infância mora nas tuas ondas...
Os castelos de areia, as caminhas, as corridas, a bola, as cartas, a merenda e a fogueira na praia...
O ano inteirinho, tu és fonte de energia vital.
A mãe e a café com leite na garrafa termos... O pão com manteiga e a barraca às riscas azul e branca.
As longas conversas sobre a essência das coisas. O regresso a casa embalados na oração e nas canções do senhor António.
Meu Deus, que tempos de tanta alegria!
Alguns instantes que sejam perto de ti, bastam para saltar e correr durante semanas.
És tu que preenches a nossa alma de paz.
Não existe alma viva que não te admire e te tema
Que te respeite e admire
Senhor
ai de mim
de nós
sem ti
pmariabotelho
04032023 temponovo
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