O tempo não volta, 

A água nunca é mais exclamação,

Um mineral ali, organismos distantes lá,

Um amanhecer sensual,

Pegadas em suas areias marginais,

Quem sabe mais sais,

E coisas que ficam impregnadas em cada um de nós. 

Não dá para dissociar, 

O que resta é fluir

E mergulhar na incerteza de amar.
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