Há dois em mim.
Ainda não é óbvio?
Há o que ama e o que mata.
Se a perfeição fosse o equilíbrio, eu era o lado mais pesado de uma balança antiga. Ou melhor… como um soldado americano no Vietnam, até eu me canso de tanta matança.
São 6 meses a semear para 6 meses depois, ceifar tudo à bruta.
Quando amo, faço-o muito devagar, muito levemente.
Quando mato, faço-o às três pancadas como se sempre o fizera.
Vivo pelas minhas mãos e quando morro, morro sem elas.
Sou o melhor amigo do homem sem nunca me tornar no seu cão, e o homem, que se acha deus, não gosta disso. Não é uma questão do que eu acho que sou, é o que eu sempre fui, ou não era óbvio?
Se me queriam diferente que não me quisessem logo ao princípio.
E para além do mais, o que é que reside no meio termo?
Um triste que não sabe fazer nenhum dos dois?
Isso seria tirar a piada toda à montanha russa.
E com que propósito?
Por mais aderência? Mais estabilidade?
É simples…
Desde que seja eu a mandar a casa abaixo, não me importo que ela caía.
Ainda não é óbvio?
Há o que ama e o que mata.
Se a perfeição fosse o equilíbrio, eu era o lado mais pesado de uma balança antiga. Ou melhor… como um soldado americano no Vietnam, até eu me canso de tanta matança.
São 6 meses a semear para 6 meses depois, ceifar tudo à bruta.
Quando amo, faço-o muito devagar, muito levemente.
Quando mato, faço-o às três pancadas como se sempre o fizera.
Vivo pelas minhas mãos e quando morro, morro sem elas.
Sou o melhor amigo do homem sem nunca me tornar no seu cão, e o homem, que se acha deus, não gosta disso. Não é uma questão do que eu acho que sou, é o que eu sempre fui, ou não era óbvio?
Se me queriam diferente que não me quisessem logo ao princípio.
E para além do mais, o que é que reside no meio termo?
Um triste que não sabe fazer nenhum dos dois?
Isso seria tirar a piada toda à montanha russa.
E com que propósito?
Por mais aderência? Mais estabilidade?
É simples…
Desde que seja eu a mandar a casa abaixo, não me importo que ela caía.
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