O que esperavam? A transposição do rio São Francisco e a picanha viraram cisternas e abóboras, respectivamente. É o governo da escassez e da gambiarra. Pior, a institucionalização do jeitinho brasileiro no seu péssimo significado.




Pois bem, semana passada assistimos a uma sucessão de “jeitinhos” que saíram pela culatra. Lula sentiu-se à vontade, entre a imprensa vassala, e falou mais do que deveria, porém tudo o que sentia. Após a promessa de vingança ao Sérgio Moro, os “aspones” correram para proteger o ídolo; no dia seguinte, a PF (Polícia Federal) descobriu um plano do PCC (Primeiro Comando da Capital) para sequestrar Moro; Lula insinuou que era armação de Moro, contrariando os sabujos; vendo que tudo isso pegou muito mal, informou que estava ruim de saúde, embarcou para o hospital e saiu de cena.




A turma do PT e seus satélites caíram numa contradição constrangedora, dessas que vemos, em filmes, quando uma quadrilha é interrogada sem combinação. Duas coisas ficaram evidentes: pressa e mentira.




A doença contradiz o candidato com “tesão de 20 (anos)” e a “coxa sarada”, segundo um jornalista. Se for verdade, a doença coincide com uma sequência incrível de “abobrinhas” que o presidente de honra do PT (Partido dos Trabalhadores) e sua turma dizem e cometem. Sendo coerente com o estelionato eleitoral, o PT prometeu amor, entregou ódio; prometeu picanha, entregou abóbora; prometeu a democracia, entregou a cleptocracia; e prometeu um presidente saudável, ele foi parar no hospital.




A operação “Cavalo de Troia” pode surtir o efeito esperado mais cedo do que Geraldo Alckmin imaginava e por meios diferentes. Para quem acha que Alckmin e Lula são novos melhores amigos de infância, é só recordar as acusações. Quem não se lembra do que Alckmin disse: “Ele (Lula) quer voltar à cena do crime”. Pois é, voltou.




Lula foi o remédio amargo a que muitos recorreram para eliminar Bolsonaro. Embora a opção fosse compatível com a “venda da alma ao diabo”, essa foi a única alternativa para aqueles que não conseguiram empurrar uma terceira via.




Os alckmistas estão chegando.
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