OCEANOS
Navegaria rebuscando sentimentos
Feito punhados de mim em cada um
Nos vastos oceanos dos argumentos
Costuraria consentidas formas de sentir
Consentiria emoções se misturarem ao sal
Até morreria ao remar se não souber dissuadir
Dissimularia pelos caminhos abruptos do mar
Onde se formam insanas vagas de partir ou voltar
Ciente que razões e palavras hão de advir
Empreenderia com os erros nas marés
Nos tantos e inconsequentes remansos no peito
Que me tornam menos entendedor de mim no revés
Mas o tempo me dá qualquer coisa de aprendiz
E reconforta reparador por quanto faz e diz a dor
Ainda antes do acerto da hora em que me for
Sei que irei apear nalgum cais desse mar revolto
Onde o litoral norteia com alguma luz de farol
Por isso não chora – qualquer hora volto!
psrosseto.webnode.com
Feito punhados de mim em cada um
Nos vastos oceanos dos argumentos
Costuraria consentidas formas de sentir
Consentiria emoções se misturarem ao sal
Até morreria ao remar se não souber dissuadir
Dissimularia pelos caminhos abruptos do mar
Onde se formam insanas vagas de partir ou voltar
Ciente que razões e palavras hão de advir
Empreenderia com os erros nas marés
Nos tantos e inconsequentes remansos no peito
Que me tornam menos entendedor de mim no revés
Mas o tempo me dá qualquer coisa de aprendiz
E reconforta reparador por quanto faz e diz a dor
Ainda antes do acerto da hora em que me for
Sei que irei apear nalgum cais desse mar revolto
Onde o litoral norteia com alguma luz de farol
Por isso não chora – qualquer hora volto!
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