🔴 Macron à francesa
Abusando da tática do “nada nas mãos”, Emmanuel Macron escondeu seu relógio, enquanto pedia um esforço do povo para suportar a reforma da Previdência. Contudo, o objeto de luxo, que custa muito, era incompatível com a proposta.
A hipocrisia pode custar caro. Para um povo que, num exagero humorístico, praticamente nasce aposentado, prejudicá-lo na Previdência é grave, principalmente agindo hipocritamente.
A corte Francesa, historicamente, já pagou com o pescoço.
Como um fracassado mágico de festinha infantil, Emmanuel Macron retirou o relógio de pulso, que destoava da reforma previdenciária. Entretanto, como ele estava sendo filmado, a manobra foi flagrante.
Qualquer um aprende, em qualquer quiosque de shopping center, que se mostra a mão vazia enquanto a mágica acontece na outra. No entanto, o péssimo prestidigitador francês escondeu as duas mãos da plateia e, magicamente, apareceu sem a peça. O truque foi descoberto, e ele, desmascarado.
A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, disse François La Rochefoucauld, por coincidência outro francês. Então, o presidente francês foi traído, porque a vontade de mentir quis auxiliar a necessidade de parecer altruísta. Conclusão: ele roubou a si mesmo.
O valioso relógio mostrou o real valor desse presidente, que já deu seus palpites sobre a Amazônia, usando uma fotografia antiga. Então, ele revela falsidade (o relógio é verdadeiro) nos seus atos. Mais uma tentativa de demonstrar virtude degringolou para a confirmação da falsidade. Agora, ele escolhe: quer ser lembrado por ser um legítimo “esquerdinha caviar” ou um incurável hipócrita?
Como mágico, Macron é uma fraude. Como político, Macron é hipócrita. Como presidente, é bom ele andar de cachecol, mesmo no verão. O espírito da Revolução Francesa está nas ruas, procurando por um Luís XVI e uma Maria Antonieta.
O relógio ‘Smartwatch’ é inteligente, diferentemente de Emmanuel Macron. Portanto, seria, pelo menos, prudente continuar a entrevista implorando o esforço popular.
Quanto aos franceses: “se não têm pão, que comam brioches”.
A hipocrisia pode custar caro. Para um povo que, num exagero humorístico, praticamente nasce aposentado, prejudicá-lo na Previdência é grave, principalmente agindo hipocritamente.
A corte Francesa, historicamente, já pagou com o pescoço.
Como um fracassado mágico de festinha infantil, Emmanuel Macron retirou o relógio de pulso, que destoava da reforma previdenciária. Entretanto, como ele estava sendo filmado, a manobra foi flagrante.
Qualquer um aprende, em qualquer quiosque de shopping center, que se mostra a mão vazia enquanto a mágica acontece na outra. No entanto, o péssimo prestidigitador francês escondeu as duas mãos da plateia e, magicamente, apareceu sem a peça. O truque foi descoberto, e ele, desmascarado.
A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, disse François La Rochefoucauld, por coincidência outro francês. Então, o presidente francês foi traído, porque a vontade de mentir quis auxiliar a necessidade de parecer altruísta. Conclusão: ele roubou a si mesmo.
O valioso relógio mostrou o real valor desse presidente, que já deu seus palpites sobre a Amazônia, usando uma fotografia antiga. Então, ele revela falsidade (o relógio é verdadeiro) nos seus atos. Mais uma tentativa de demonstrar virtude degringolou para a confirmação da falsidade. Agora, ele escolhe: quer ser lembrado por ser um legítimo “esquerdinha caviar” ou um incurável hipócrita?
Como mágico, Macron é uma fraude. Como político, Macron é hipócrita. Como presidente, é bom ele andar de cachecol, mesmo no verão. O espírito da Revolução Francesa está nas ruas, procurando por um Luís XVI e uma Maria Antonieta.
O relógio ‘Smartwatch’ é inteligente, diferentemente de Emmanuel Macron. Portanto, seria, pelo menos, prudente continuar a entrevista implorando o esforço popular.
Quanto aos franceses: “se não têm pão, que comam brioches”.
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