Pra ti Rita, Abrantes Abril de 1978
Olá Rita, hoje recordei-me de ti,
Lembras-te meu amor?
Ao menos recordas-te de mim?
E daqueles momentos passados naquele jardim?
Foi naquele longínquo mês de Abril,
onde o sol já queimava,
como diz o provérbio, também mês de águas mil,
Recordo-me tão bem dos teus beijos
que eram mais doces que o próprio mel,
e fogosos como lavras dum vulcão,
onde abraços profundos penetravam a alma
até ao mais profundo do coração,
Recordas-te também daquela mão marota,
que percorria esse teu lindo corpo,
desde os pés até à tua boca,
Que saudades daquela Primavera que foi
a última Primavera quente da nossa paixão.
Aí vei o Verão com ele se serrou do pano,
o palco do nosso amor, tu pra um lado,
e eu do outro estava sozinho perdidamente apaixonado.
Tu de mim levastes-me tudo, lesvastes o meu amor
e eu longe de ti, sofrendo de tristeza e dor.
Luzerna, 04.04.2021, João Neves."Abrantes Abril de 1978"
Lembras-te meu amor?
Ao menos recordas-te de mim?
E daqueles momentos passados naquele jardim?
Foi naquele longínquo mês de Abril,
onde o sol já queimava,
como diz o provérbio, também mês de águas mil,
Recordo-me tão bem dos teus beijos
que eram mais doces que o próprio mel,
e fogosos como lavras dum vulcão,
onde abraços profundos penetravam a alma
até ao mais profundo do coração,
Recordas-te também daquela mão marota,
que percorria esse teu lindo corpo,
desde os pés até à tua boca,
Que saudades daquela Primavera que foi
a última Primavera quente da nossa paixão.
Aí vei o Verão com ele se serrou do pano,
o palco do nosso amor, tu pra um lado,
e eu do outro estava sozinho perdidamente apaixonado.
Tu de mim levastes-me tudo, lesvastes o meu amor
e eu longe de ti, sofrendo de tristeza e dor.
Luzerna, 04.04.2021, João Neves."Abrantes Abril de 1978"
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