🔴 “A marvada pinga é que me atrapaia”
O significado de “pária internacional” foi atualizado. O vassalo-mor da China (Lula), num café da manhã, redefiniu todo o conceito da palavra “paria”. Arriscando soluções simples para questões complicadas, Lula, mais uma vez, deu a receita de como acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia. Sim, o sujeito que elogiou a política econômica da Argentina e quis interromper a eterna guerra entre árabes e judeus, acha que sabe gerir o planeta.
Lula, em campanha, prometeu acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia reunindo Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, respectivamente, numa mesinha de boteco, tomando uma cervejinha (olha ela aí). Vendo que seria tão fácil, concluí que sempre esvaziei garrafas em vão, sendo que meu vício podia ser convertido pela nobre função de neutralizar pessoas embriagadas de ódio.
O ex-presidiário tentou se intrometer na questão. Porém, como os europeus estiveram imunes às bravatas eleitoreiras, não levaram a sério a jactância. Lula, equipado com um raciocínio rasteiro, está encarando essa contenda como uma invasão de fazenda pelo MST ou uma briga, por um terreno, entre vizinhos.
No entanto, essa categoria de fanfarronice megalomaníaca soa como a ‘5ª Sinfonia’ de ‘Beethoven’ aos ouvidos da ONU (Organização das Nações Unidas). A ONU, e seus asseclas têm um fetiche com ditadores de países pouco conhecidos. Com essa estética, Lula, com sua falsa simplicidade, é um forte candidato a secretário-geral da organização.
Num café da manhã com jornalistas, o eterno sindicalista voltou a sinalizar virtude ao exigir o cessar-fogo no Hemisfério Norte. Os alto-falantes denunciaram, mais uma vez, a tacanhez do raciocínio lulista. Seu conhecimento de geopolítica foi construído com o jogo de tabuleiro ‘War’ e no ‘Globo Repórter. A visão estreita é até comovente.
O estelionatário, que aplicou o “Conto da Picanha”, acredita que sua falácia tem alcance mundial. Contudo, obedecendo a rapidez de tuítes, Lula descobriu que os “gringos” não caíram no palavrório lulista.
Lula, em campanha, prometeu acabar com a guerra entre Rússia e Ucrânia reunindo Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, respectivamente, numa mesinha de boteco, tomando uma cervejinha (olha ela aí). Vendo que seria tão fácil, concluí que sempre esvaziei garrafas em vão, sendo que meu vício podia ser convertido pela nobre função de neutralizar pessoas embriagadas de ódio.
O ex-presidiário tentou se intrometer na questão. Porém, como os europeus estiveram imunes às bravatas eleitoreiras, não levaram a sério a jactância. Lula, equipado com um raciocínio rasteiro, está encarando essa contenda como uma invasão de fazenda pelo MST ou uma briga, por um terreno, entre vizinhos.
No entanto, essa categoria de fanfarronice megalomaníaca soa como a ‘5ª Sinfonia’ de ‘Beethoven’ aos ouvidos da ONU (Organização das Nações Unidas). A ONU, e seus asseclas têm um fetiche com ditadores de países pouco conhecidos. Com essa estética, Lula, com sua falsa simplicidade, é um forte candidato a secretário-geral da organização.
Num café da manhã com jornalistas, o eterno sindicalista voltou a sinalizar virtude ao exigir o cessar-fogo no Hemisfério Norte. Os alto-falantes denunciaram, mais uma vez, a tacanhez do raciocínio lulista. Seu conhecimento de geopolítica foi construído com o jogo de tabuleiro ‘War’ e no ‘Globo Repórter. A visão estreita é até comovente.
O estelionatário, que aplicou o “Conto da Picanha”, acredita que sua falácia tem alcance mundial. Contudo, obedecendo a rapidez de tuítes, Lula descobriu que os “gringos” não caíram no palavrório lulista.
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