NA JANELA
Passo o tempo todo na janela,
Esperando você passar,
Desde ontem não te vejo,
Acho que vou chorar.
Seu gingado me faz bem,
Fico cheio de alegria,
Você passa sempre bela,
Desperta minhas fantasias.
Nem seu nome eu sei,
Mas conheço-lhe cada curva,
Imagino seu corpo nu,
Eu te vejo em detalhes.
Quando passa aí na rua,
Nada mais acontece,
O mundo fica parado,
Se tranforma em passarela,
É toda sua essa calçada,
O sol fica mais alegre.
E eu debruçado na janela,
O meu camarote,
Vejo tudo isso acontecer,
Mas como tenho sorte!
E seus cabelos sempre presos,
Deixam evidente o seu belo rosto,
Seus olhos, que acredito verdes,
São mais lindos que esmeraldas,
Muito mais preciosos,
Raros ícones de beleza.
Ainda não passou,
Será que aconteceu alguma coisa?
Fico preocupado com você
Se não passar meu dia acaba.
Tomara não ter namorado,
Não há nesse mundo quem te mereça,
Nem eu, seu vassalo,
Sou apenas mais um apaixonado.
Esperando você passar,
Desde ontem não te vejo,
Acho que vou chorar.
Seu gingado me faz bem,
Fico cheio de alegria,
Você passa sempre bela,
Desperta minhas fantasias.
Nem seu nome eu sei,
Mas conheço-lhe cada curva,
Imagino seu corpo nu,
Eu te vejo em detalhes.
Quando passa aí na rua,
Nada mais acontece,
O mundo fica parado,
Se tranforma em passarela,
É toda sua essa calçada,
O sol fica mais alegre.
E eu debruçado na janela,
O meu camarote,
Vejo tudo isso acontecer,
Mas como tenho sorte!
E seus cabelos sempre presos,
Deixam evidente o seu belo rosto,
Seus olhos, que acredito verdes,
São mais lindos que esmeraldas,
Muito mais preciosos,
Raros ícones de beleza.
Ainda não passou,
Será que aconteceu alguma coisa?
Fico preocupado com você
Se não passar meu dia acaba.
Tomara não ter namorado,
Não há nesse mundo quem te mereça,
Nem eu, seu vassalo,
Sou apenas mais um apaixonado.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
avoengo
os avós e a lavoura menção de ternura de sol a sol o pequeno rebanho a cerca inclinada e a pedra azul maciça como que um presente u…
Darlan de Matos Cunha
ambos & todos
muito antes do poema sujo da ponta de areia nas íris da cor creme afagando as paredes da bandeja cheia de trópico do alvoroço vindo de lo…
Darlan de Matos Cunha
cãs
sem os pés no chão e as mãos embrulhando as negativas de todos os dias lá vai ela lá vai ele absortos ou…
Darlan de Matos Cunha
Baby don't leave me
Baby don't leave Me for somebody else Because I want you to be mine For the rest of my life I want you to be happy with me Because I coul…
Aldo gabbay kraas