NINHOS
Meu poema desavisado
Caiu nas graças do teu olhar
Num ímpeto balbuciado
Entre teus lábios se fez cantar
Depois de então aninhado
Aquietou-se nalgum lugar
Enquanto cisco saudades
Vasculhando velhos ninhos
Para que outros versos nasçam
O passado assa meu peito
Como se essa ausência tua
Sentasse nua ao meu lado
Porquanto amálgama o tempo
Nos tantos versos que faço
Se não perdurar sejam límpidos
E sob a graça da tua face
Minha arte imersa em bálsamo
Entardeça de luz teu olhar
Que este apaixonado poema
Depois de então declamado
Durma guardado no teu sonhar
psrosseto.webnode.com
Caiu nas graças do teu olhar
Num ímpeto balbuciado
Entre teus lábios se fez cantar
Depois de então aninhado
Aquietou-se nalgum lugar
Enquanto cisco saudades
Vasculhando velhos ninhos
Para que outros versos nasçam
O passado assa meu peito
Como se essa ausência tua
Sentasse nua ao meu lado
Porquanto amálgama o tempo
Nos tantos versos que faço
Se não perdurar sejam límpidos
E sob a graça da tua face
Minha arte imersa em bálsamo
Entardeça de luz teu olhar
Que este apaixonado poema
Depois de então declamado
Durma guardado no teu sonhar
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