Não sei a razão do meu pranto
Com minhas mãos fechadas,
meus lábios serrados
te contarei a história da minha vida,
já com meus olhos fechados
e de face abatida
não paro de te olhar
é aí onde sinto lágrimas a soltar-se do meu viso
que rebolam pela minha cara sem sessar
não sei nem explicar a razão do meu pranto
apenas digo que a solidão é
em cada noite o meu único manto.
Luzerna, 18.04.2023, João Neves
meus lábios serrados
te contarei a história da minha vida,
já com meus olhos fechados
e de face abatida
não paro de te olhar
é aí onde sinto lágrimas a soltar-se do meu viso
que rebolam pela minha cara sem sessar
não sei nem explicar a razão do meu pranto
apenas digo que a solidão é
em cada noite o meu único manto.
Luzerna, 18.04.2023, João Neves
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