voo de um pássaro errante
sobrevém-me um imenso cansaço
germina em mim uma vontade de parar
um gélido abraço
obstinada recusa em continuar a sonhar
soberano imponente
este silêncio… entre nós
oculta num segredo tudo aquilo que se sente
ocupa a ausência da tua voz
e reconheço-me indiferente
esconjurei já todas as saudades
solitário no meio de tanta gente
alienei tudo o que foram as minhas verdades
nada mais me resta então
que o simples fruir da passagem dos dias
renego como infértil o chão
onde em vão semeei poesias
foi um vento que passou
voo de um pássaro errante
sonho que sonhar em mim se ousou
como novos mundos desejou o infante
no imenso e profundo universo
cabe bem mais um rumo perdido
que se ausente o amor do meu verso
renegarei alguma vez o ter sentido
quero o vazio… tudo é espaço
a ausência reina-me sem oposição
caminhos que não calcorreará mais o meu passo
poemas que os vindouros não me celebrarão
nada mais me resta que o nada
substanciando-me de coisa nenhuma os dias
minha nação soçobrada
por ser esconsa a mão que lhe forjou as geografias
leal maria (todos os direitos reservados)
germina em mim uma vontade de parar
um gélido abraço
obstinada recusa em continuar a sonhar
soberano imponente
este silêncio… entre nós
oculta num segredo tudo aquilo que se sente
ocupa a ausência da tua voz
e reconheço-me indiferente
esconjurei já todas as saudades
solitário no meio de tanta gente
alienei tudo o que foram as minhas verdades
nada mais me resta então
que o simples fruir da passagem dos dias
renego como infértil o chão
onde em vão semeei poesias
foi um vento que passou
voo de um pássaro errante
sonho que sonhar em mim se ousou
como novos mundos desejou o infante
no imenso e profundo universo
cabe bem mais um rumo perdido
que se ausente o amor do meu verso
renegarei alguma vez o ter sentido
quero o vazio… tudo é espaço
a ausência reina-me sem oposição
caminhos que não calcorreará mais o meu passo
poemas que os vindouros não me celebrarão
nada mais me resta que o nada
substanciando-me de coisa nenhuma os dias
minha nação soçobrada
por ser esconsa a mão que lhe forjou as geografias
leal maria (todos os direitos reservados)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
PERDIDAMENTE
para Luis Represas
Assim perdidamente o tempo defenestra-se pelas pilastras celestiais, até de mansinho pousar entre os timbres famint…
Frederico de Castro
Mil Amores.
Porque será que nossos pensamentos se guiam por outros... uma mente limpa pode se tornar com sonhos de mil amores - que dormitam ao noss…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Pretty eyes
Pretty eyes She has pretty eyes The color of the sea Her eyes are green Also her eyes shines In the sun She is lucky to have green Eyes I…
Aldo gabbay kraas
Mestre Vitalino, um pouco de tudo e o amor
Do Alto do Moura sou
a tal boneca de barro
feita por Mestre Vitalino,
Do teu pensamento
o mais apaixonado,
Com toda a ce…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski