Dos cravos em diante
os cravos
povoarão as faces
bordarão estrelas
em seu alarde
Cunhal
Ãlvaro de tanto
ainda habitará atento
esse grave canto
Lisboa, amanhecida,
inventará novos mares
de todos os Tejos da vida
povoarão as faces
bordarão estrelas
em seu alarde
Cunhal
Ãlvaro de tanto
ainda habitará atento
esse grave canto
Lisboa, amanhecida,
inventará novos mares
de todos os Tejos da vida
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*