Farinha do Ser
Na calma da uma guerra de vivos
Em que perdi os meus sentidos
Esgotei a água do meu moinho
Que a farinha do meu ser afina
E triste sem pão para crescer
Lancei-me às claras
nos escuros caminhos
onde a luz perdeu
o brilho que Deus deu
Mas o escuro que encontrei
Era a farinha agora suja
Arrastada na lama seca
Que prendia o meu moinho
Num pesadelo de luz
Afastei o negro da minh’alma
Esconjurando com o barro
Os fantasmas da minha solidão
Da farinha fiz a espada
Que agora jaz espetada
Na rocha que era a ambição
E esqueci-me do meu pão
Em que perdi os meus sentidos
Esgotei a água do meu moinho
Que a farinha do meu ser afina
E triste sem pão para crescer
Lancei-me às claras
nos escuros caminhos
onde a luz perdeu
o brilho que Deus deu
Mas o escuro que encontrei
Era a farinha agora suja
Arrastada na lama seca
Que prendia o meu moinho
Num pesadelo de luz
Afastei o negro da minh’alma
Esconjurando com o barro
Os fantasmas da minha solidão
Da farinha fiz a espada
Que agora jaz espetada
Na rocha que era a ambição
E esqueci-me do meu pão
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