o que em minhas mãos se aflora
e no corpo experimento
dura não mais que um agora
e então se desfaz no vento
mas não sem que antes traduza
de seu ínfimo momento
o infinito que o conduza
ao verso, seu monumento
para que de cada corte
reste a beleza incontida
e quando enfim me transporte
o tempo ao cais da partida,
eu leve só minha morte
e deixe aqui minha vida
e no corpo experimento
dura não mais que um agora
e então se desfaz no vento
mas não sem que antes traduza
de seu ínfimo momento
o infinito que o conduza
ao verso, seu monumento
para que de cada corte
reste a beleza incontida
e quando enfim me transporte
o tempo ao cais da partida,
eu leve só minha morte
e deixe aqui minha vida
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*