Perdidos na Irrelevância





Perdidos ao acordar estremunhados,
Na irrelevância quântica suspirada,
Que navega em mares afogados,
Arriados da essência imaculada.

Perdidos no frio do fim do caminho,
Tão longo tortuoso e demorado,
Que tentamos almejar em vão,
Em longos anos isentos de carinho,
Ignorando quando estar acabado,
Ansiosos por lhes darem a mão.

Perdidos na magnitude do tropel,
Em que vagueamos desligados,
Todos os dias em demandada,
Esquecidos do nosso papel,
Dos dias límpidos perfumados,
Da alegria nunca encontrada.


Lx, 31-7-2013

498 Visualizações

Comentários (0)

ShareOn Facebook WhatsApp X
Iniciar sessão para publicar um comentário.