Até Quando II
Até quando o calma que emanas,
Até quando.
Até quando o teu rico esplendor,
Até quando.
Até quando aquele abraço chegado,
Até quando.
Até quando o teu sorriso melado,
Até quando.
Até quando a clausura sensorial,
Até quando.
Até quando a tua longa viagem,
Até quando.
Até quando por ti enamorado,
Até quando.
Até quando preso na tua inocência,
Até quando.
Até quando não me vires chamar,
Até quando.
Até quando contigo não me levares,
Até quando.
Até quando eu para aqui largado,
Até quando,
Onde paras tu? Meu cisne branco enlutado.
Lisboa, 16-8-2013
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*