🔴 Vai que cola
Recentemente, houve uma debandada da Rede Globo. Quando deixou de ser loucura se demitir da Globo, os ex-funcionários demonstraram um alívio pessoal e uma liberdade destituída de demonstração forçada de “compliance” ou “lacração” para ficar bem na foto". Entretanto, dificuldades financeiras fizeram a emissora carioca recrudescer o ritmo das demissões, mas muitos ex-globais descobriram como pode ser boa a vida profissional pós-Globo. No entanto, um repórter vem deixando sua credibilidade escorrer a cada aparição.
Marcos Uchôa tinha muita credibilidade como repórter. Cobrindo guerras ou esportes, toda vez que aparecia no vídeo, “emprestava” uma aparente confiança e praticamente “carimbava” a matéria como algo que podia ser acreditado sem contestação. Essa constatação é baseada, lógico, na competência e profissionalismo. Sim, isso tudo é muito subjetivo, porém creio que também seja senso comum.
No entanto, esse capital profissional é muito difícil ser adquirido, mas fácil e rápido deixar ser escoado. É o que tem acontecido com o repórter ex-global. Com participação em “podcasts” e outros programas de entrevista não “engessados”, Uchôa demonstrou incertezas e dificuldades em lidar com o contraditório.
Quando assumiu seu viés político, sobretudo quando começou a militar, sua credibilidade, acumulada durante anos, se esvaiu. O tiro de misericórdia veio quando ele aceitou um pacote chapa-branca do governo petista: emprego na EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e conversa na “live” lulista. Tudo de acordo com sua profissão. O que não devia estar no contrato é a mentira.
Lula quis testar sua popularidade numa “live”. Errou porque, contrariando a descontração do formato, produziu demais e, distribuindo sua sinceridade controlada, conversou com um jornalista de estimação: Marcos Uchôa. Resultado: os números de audiência da “live” foram baixos, refletindo o grau de interesse, bem como confiabilidade em ambos. Detalhe, o novo camarada do Lula, conforme o vídeo, mostrou que está aprendendo a mentir.
Foi mais que uma guinada de 180°. Querendo ganhar altitude, Marcos Uchôa descartou a credibilidade. Como não tem recuperação, basta a ele dizer: eu era feliz e não sabia.
Texto com vídeo no blog:
Gazeta Explosiva
Marcos Uchôa tinha muita credibilidade como repórter. Cobrindo guerras ou esportes, toda vez que aparecia no vídeo, “emprestava” uma aparente confiança e praticamente “carimbava” a matéria como algo que podia ser acreditado sem contestação. Essa constatação é baseada, lógico, na competência e profissionalismo. Sim, isso tudo é muito subjetivo, porém creio que também seja senso comum.
No entanto, esse capital profissional é muito difícil ser adquirido, mas fácil e rápido deixar ser escoado. É o que tem acontecido com o repórter ex-global. Com participação em “podcasts” e outros programas de entrevista não “engessados”, Uchôa demonstrou incertezas e dificuldades em lidar com o contraditório.
Quando assumiu seu viés político, sobretudo quando começou a militar, sua credibilidade, acumulada durante anos, se esvaiu. O tiro de misericórdia veio quando ele aceitou um pacote chapa-branca do governo petista: emprego na EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e conversa na “live” lulista. Tudo de acordo com sua profissão. O que não devia estar no contrato é a mentira.
Lula quis testar sua popularidade numa “live”. Errou porque, contrariando a descontração do formato, produziu demais e, distribuindo sua sinceridade controlada, conversou com um jornalista de estimação: Marcos Uchôa. Resultado: os números de audiência da “live” foram baixos, refletindo o grau de interesse, bem como confiabilidade em ambos. Detalhe, o novo camarada do Lula, conforme o vídeo, mostrou que está aprendendo a mentir.
Foi mais que uma guinada de 180°. Querendo ganhar altitude, Marcos Uchôa descartou a credibilidade. Como não tem recuperação, basta a ele dizer: eu era feliz e não sabia.
Texto com vídeo no blog:
Gazeta Explosiva
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