Como as coisas são
Cresceu um homem em mim.
Senti até crescer de coração.
Vivo, estava enredado em si.
Assim era sua aflita condição.
Ele tinha duas crenças: que
o homem acabara de sofrer
pelo homem e a verdadeira
felicidade se o tempo permitisse
era suportar incessantemente
a inutilidade de existir.
Traçando uma carícia no rosto,
sem o vício eterno d' fascínio
que deslumbra e esfola, viu a
face inimiga d' apego acinzentado,
de que não havia mais o que perder.
Ele teve que ser este homem
no espelho se olhando
e não gosta do que vê.
Senti até crescer de coração.
Vivo, estava enredado em si.
Assim era sua aflita condição.
Ele tinha duas crenças: que
o homem acabara de sofrer
pelo homem e a verdadeira
felicidade se o tempo permitisse
era suportar incessantemente
a inutilidade de existir.
Traçando uma carícia no rosto,
sem o vício eterno d' fascínio
que deslumbra e esfola, viu a
face inimiga d' apego acinzentado,
de que não havia mais o que perder.
Ele teve que ser este homem
no espelho se olhando
e não gosta do que vê.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski