A obra do amor composto
o amor
sempre convoca
toda construção
em que se posta
erguido a prumo
em viés exato
dá-se argamassa
de cada abraço
a régua de si
é o simples compasso
de manter-se único
mesmo quando vário
sempre convoca
toda construção
em que se posta
erguido a prumo
em viés exato
dá-se argamassa
de cada abraço
a régua de si
é o simples compasso
de manter-se único
mesmo quando vário
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
De ti jamais irei desistir
Enquanto houver em mim desejo
Sempre irei pedir um beijo
Enquanto houver a certeza
voou-te querer e amar, com certeza
Enquant…
Tsunamidesaudade63