🔴 Super pop
Provando que o que não mata, fortalece, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fortaleceu justamente aquele e aquilo que pretendia eliminar: Bolsonaro e o bolsonarismo. O esforço é infrutífero como revogar a Lei da Gravidade. Mas, como “missão dada é missão cumprida”, o serviço foi feito, como era previsto.
Não é qualquer um que aplica tapinhas carinhosos na face empoderada de um juiz. Para tomar essa atitude com desassombrada intimidade é necessário ter certeza de um “coringa no bolso do paletó”.
Como todo populista, Lula, acumulando as funções de estelionatário e psicopata, sentirá falta do Capitão para atribuir a culpa de todos os males do mundo: da letalidade do covid-19 ao fracasso do submarino de fundo de quintal ‘OceanGate’. Quando Fernando Henrique passou a faixa, Lula tentou criar uma herança maldita. Colou. Em 2023 ano, o petista, tentando desviar a culpa pela pessoal e intransferível incompetência, lançou mão da mesma estratégia. Não colou. O que sobrou foi culpar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, pela alta Taxa Selic, mesmo que o índice seja estabelecido por um comitê.
Depois dessa breve digressão, volto à esperada inelegibilidade. Aquele político que estrelava o programa preferido das subcelebridades e caía nas armadilhas do humorístico CQC (Custe o Que Custar) foi promovido a principal figura do debate político brasileiro. Resumindo: ele saiu dos bate-bocas com Maria do Rosário e foi erguido nos ombros da população.
É legítimo não gostarem do Bolsonaro. O que é muito estranho é comemorarem o que acabou de acontecer. A não elegibilidade do ex-Baixo Clero, Jair Bolsonaro, é uma clara reação do que sempre foi chamado de “sistema”. A eleição do então candidato do PSL desestruturou a “Galinha dos Ovos de Ouro”. A reação insana do “establishment” está varrendo tudo o que for relacionado à Lava Jato e o que for descrito como bolsonarismo.
Acusando o tiro pela culatra, os antibolsonaristas comemoraram a decisão. Se a alegria fosse sincera, cumpririam a máxima: “altivez na derrota, humildade na vitória”. Entretanto demonstram uma alegria tão frágil quanto uma bolha de sabão. Sorriso nervoso.
No Brasil colônia, só os chamados “homens-bons” podiam ascender politicamente. O “bons” aqui jamais pode se referir a índole. Quem desconhece a História está condenado a repeti-la. No entanto, nossa realidade não é bem essa, porque quem decide quem pode ser candidato conhece muito bem o passado.
Não é qualquer um que aplica tapinhas carinhosos na face empoderada de um juiz. Para tomar essa atitude com desassombrada intimidade é necessário ter certeza de um “coringa no bolso do paletó”.
Como todo populista, Lula, acumulando as funções de estelionatário e psicopata, sentirá falta do Capitão para atribuir a culpa de todos os males do mundo: da letalidade do covid-19 ao fracasso do submarino de fundo de quintal ‘OceanGate’. Quando Fernando Henrique passou a faixa, Lula tentou criar uma herança maldita. Colou. Em 2023 ano, o petista, tentando desviar a culpa pela pessoal e intransferível incompetência, lançou mão da mesma estratégia. Não colou. O que sobrou foi culpar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, pela alta Taxa Selic, mesmo que o índice seja estabelecido por um comitê.
Depois dessa breve digressão, volto à esperada inelegibilidade. Aquele político que estrelava o programa preferido das subcelebridades e caía nas armadilhas do humorístico CQC (Custe o Que Custar) foi promovido a principal figura do debate político brasileiro. Resumindo: ele saiu dos bate-bocas com Maria do Rosário e foi erguido nos ombros da população.
É legítimo não gostarem do Bolsonaro. O que é muito estranho é comemorarem o que acabou de acontecer. A não elegibilidade do ex-Baixo Clero, Jair Bolsonaro, é uma clara reação do que sempre foi chamado de “sistema”. A eleição do então candidato do PSL desestruturou a “Galinha dos Ovos de Ouro”. A reação insana do “establishment” está varrendo tudo o que for relacionado à Lava Jato e o que for descrito como bolsonarismo.
Acusando o tiro pela culatra, os antibolsonaristas comemoraram a decisão. Se a alegria fosse sincera, cumpririam a máxima: “altivez na derrota, humildade na vitória”. Entretanto demonstram uma alegria tão frágil quanto uma bolha de sabão. Sorriso nervoso.
No Brasil colônia, só os chamados “homens-bons” podiam ascender politicamente. O “bons” aqui jamais pode se referir a índole. Quem desconhece a História está condenado a repeti-la. No entanto, nossa realidade não é bem essa, porque quem decide quem pode ser candidato conhece muito bem o passado.
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