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Fernando Haddad, segundo ele, não entende de Economia. É fácil compreendê-lo. Fernando Haddad toca mal ‘Blackbird’ dos ‘Beatles’. O fato de construir um Lá maior já seria o suficiente para surpreender uma plateia impressionável.
O pato tem três atributos (nada, anda e voa) que poderiam alojá-lo no topo da cadeia alimentar; no entanto, como não faz nada disso com excelência, é servido com laranja e batatas. Haddad é isso: o pato federal. Ele tem algumas habilidades, porém não se destaca em nenhuma delas.
Eu também não sabia a diferença entre CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e CMN (Conselho Monetário Nacional), mas sei montar um Lá maior, mesmo assim, nunca me atrevi a dedilhar um violão numa camerata.
Miriam Leitão não me decepcionou. A economista deve ter se sentido constrangida em elogiar as medidas que supostamente entendeu. Como não poderia passar em branco no certame que elegerá o funcionário do mês, bajulou o ministro da Economia, digamos, violonista.
Na entrevista, Natuza Nery, entrevistadora da GloboNews, arriscou dizer: “Como violonista, você é um ótimo economista”. Discordo, como violonista, Fernando Haddad é um péssimo economista. Natuza, também na “corrida” de funcionário do mês, elogiou o ministro, fingindo criticá-lo. Como jornalista, ela é uma excelente bajuladora.
O problema não é o tocador de berimbau de seis cordas, muito pelo contrário, nesse estilo “meio bossa nova e rock and roll” ele animará alguns acampamentos. O cerne do problema é quem indicou o ex-ministro da Educação. Tenho fé, apesar de ter colado nos 2 meses do curso de Economia, Haddad é craque nas continhas de mais e de menos.
Com algumas cifras, a reforma tributária soou como música aos ouvidos dos deputados federais. Alguns se encantaram tanto com as cifras que esqueceram do eleitor e da ideologia. “Esqueceram” até do básico: ler a proposta.
Enfim, o eterno candidato derrotado (reeleição para prefeito de São Paulo, presidente da República e governador de São Paulo) há de ignorar o desconhecimento e tratar de tocar a Economia.
O pato tem três atributos (nada, anda e voa) que poderiam alojá-lo no topo da cadeia alimentar; no entanto, como não faz nada disso com excelência, é servido com laranja e batatas. Haddad é isso: o pato federal. Ele tem algumas habilidades, porém não se destaca em nenhuma delas.
Eu também não sabia a diferença entre CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e CMN (Conselho Monetário Nacional), mas sei montar um Lá maior, mesmo assim, nunca me atrevi a dedilhar um violão numa camerata.
Miriam Leitão não me decepcionou. A economista deve ter se sentido constrangida em elogiar as medidas que supostamente entendeu. Como não poderia passar em branco no certame que elegerá o funcionário do mês, bajulou o ministro da Economia, digamos, violonista.
Na entrevista, Natuza Nery, entrevistadora da GloboNews, arriscou dizer: “Como violonista, você é um ótimo economista”. Discordo, como violonista, Fernando Haddad é um péssimo economista. Natuza, também na “corrida” de funcionário do mês, elogiou o ministro, fingindo criticá-lo. Como jornalista, ela é uma excelente bajuladora.
O problema não é o tocador de berimbau de seis cordas, muito pelo contrário, nesse estilo “meio bossa nova e rock and roll” ele animará alguns acampamentos. O cerne do problema é quem indicou o ex-ministro da Educação. Tenho fé, apesar de ter colado nos 2 meses do curso de Economia, Haddad é craque nas continhas de mais e de menos.
Com algumas cifras, a reforma tributária soou como música aos ouvidos dos deputados federais. Alguns se encantaram tanto com as cifras que esqueceram do eleitor e da ideologia. “Esqueceram” até do básico: ler a proposta.
Enfim, o eterno candidato derrotado (reeleição para prefeito de São Paulo, presidente da República e governador de São Paulo) há de ignorar o desconhecimento e tratar de tocar a Economia.
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