PUDERA
Caminhamos por esse labirinto tosco
Entre riso e pranto
A leveza e o peso
O banal e a realeza
A tristeza intensa
Ou o contentamento exposto
Mas a beleza é o que mais pesa
No cômputo final da efemeridade
Na teia do tempo o tempo fala
Mesmo nas sombras do imprevisível
A existência assiste os fios que se entrelaçam
Pudera
Quem traz a alma inquieta
Mora num jardim de eterno retorno
E se torna mais feliz porque escuta o outro
É
Isso faz a diferença
E a vida bela
Entre riso e pranto
A leveza e o peso
O banal e a realeza
A tristeza intensa
Ou o contentamento exposto
Mas a beleza é o que mais pesa
No cômputo final da efemeridade
Na teia do tempo o tempo fala
Mesmo nas sombras do imprevisível
A existência assiste os fios que se entrelaçam
Pudera
Quem traz a alma inquieta
Mora num jardim de eterno retorno
E se torna mais feliz porque escuta o outro
É
Isso faz a diferença
E a vida bela
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