Hei, pra que este jogo duro?
Em ponto de faca dando murro...
Por que se fazer de difícil?
Está tudo tão visível
Facilite querido, seja acessível...
Hei, pra que este jogo duro?
Vem aqui querido e se entrega...
Não te quero amigo, nem colega
Se solta e faça o que eu faço
Chega aqui me dá um abraço
E te provo num amasso
O quanto eu te quero...
Hei, pra que este jogo duro?
Ah, quanto tempo já espero...
Que você perca esta timidez
Me possua logo de vez
Sem medo da nossa nudez
Deixe acontecer paixão...
Hei, pra que este jogo duro?
Ficar retendo o tesão
Você quer e eu quero mais
Venha meu bem e comprazais
Que o ato se consuma...
Chega deste jogo duro
Querido não suma, mas assuma
Sem medo de se apaixonar
Deixe fluir, venha me amar
Me deixe te entorpecer
Não vai ferir, não vai doer
Bom é curtir, melhor é viver!
Chega deste jogo duro
Eu posso te garantir
Você vai gostar
Não vai se arrepender
Feche os olhos querido e fique a sentir
Seu corpo desfalecer
Envolvido neste intenso prazer
Acabe com este jogo duro
Mas vou advertir,
Meu lindo, tenho que avisar
Sou como droga nociva
Droga boa, mas fatal
Há perigo em me ingerir,
Receio em viciar
Sou muito objetiva,
mas não sou mortal
Apenas causo dependência sexual!
Cleia Fialho
24/03/2013
Visite meu site
Toca Da Leoa - Recanto das Letras
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Punto Guanacasteco
Se fores meu, eu hei sim
de acarinhar a sua nuca
quando menos esperar.
O melhor banquete irei
entregar do jeito que você
n…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Acróstico Agosto
Agosto florescem os ipês-brancos
Gostaria que florescessem sonhos
O coração já passou por muitos
Só desejo daqui para frente a…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O DOCE QUE ME MATA
Doce da pior fruta, Aquela ácida e espinhosa, Quanto mais te como Maior a minha luta. Corroendo minhas entranhas, Vai fazendo o seu estr…
Celso Ciampi
Viver-se
e, assim, renhida, de sonhar em tanto a vida deu-se ao riso de viver-se horizonte debruçada no tempo quanto pássara inventa todos os voos…
AurelioAquino