🔴 Escolas cívico-militares




Roteiros manjados de filmes retratam escolas dominadas pelo crime. Sempre num bairro pobre dos Estados Unidos, essas escolas são depósitos de gente. Reúnem latinos, negros, imigrantes e pobres em geral. Divididos em gangues e simpatizantes, o pedágio humanizador relata a origem difícil de cada um. Em comum, a falta de perspectiva. Esse ambiente degradante conta com a condescendência de um diretor corrupto.




Depois, um docente abnegado chega, inocentemente, para lecionar a uma turma completamente desinteressada. Vendo onde se meteu e, mais grave, correndo risco de morte, ele (a) quase desiste da classe. Entretanto, perseguindo um final feliz, tudo termina bem: os alunos abandonam a vida criminal, aprendem alguma coisa e revelam talentos latentes.




As escolas cívico-militares são isso na realidade: escolas degradadas e alunos “largados” transformados positivamente. Mas querem acabar com isso.




Lula, sempre estimulado pelo sentimento da vingança, quer acabar com as escolas cívico-militares. Não é difícil concluir que quem estuda nesses colégios nunca irá votar num sujeito como o petista; diferentemente dos colégios mais, digamos, permissivos. 




No Brasil, a educação, em geral, é fraca. O histórico e os depoimentos do presidente prestam  um serviço antimeritocrático, bem como desestimulam a formação intelectual. Desse modo, parece que Lula, num eterno recalque, insiste em nivelar a Educação brasileira igual a dele, ou seja, nivelada por baixo.




Os governantes de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Santa Catarina, Tarcísio Gomes de Freitas, Romeu Zema, Mauro Mendes e Jorginho Mello, respectivamente, vão ampliar os colégios de final feliz. Se esses exemplos forem seguidos, Lula conseguirá aumentar o “déficit” educacional, bem como contribuir com a amplitude que separa o Brasil em dois.




Lula age como o diretor corrupto que impede a escola de prosperar. Por um capricho pessoal, o sindicalista em forma de presidente condena as “minorias”, que finge defender, ao atraso. Apenas por vontade própria.
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