Cantiga de um terceiro amor
Ó, bela dona minha
Tua face me lembra
A formosa Iracema
Do livro que me ensina
Como o amor é tão lindo
Que mesmo nunca rindo
É algo que fascina.
Ó, doce dona minha
Lembro-me bem da cena
Cena de pouca pena
Algo que até me irrita
Um homem que tem sido
Tão bem compreensivo
Tanto até que limita.
Ó, gentil dona minha
Escrevo este poema
Transbordo-me de teima
Em amorosa linha
Penso e tenho bem lido
Um amor não nutrido
Um amor lá em cima.
Tua face me lembra
A formosa Iracema
Do livro que me ensina
Como o amor é tão lindo
Que mesmo nunca rindo
É algo que fascina.
Ó, doce dona minha
Lembro-me bem da cena
Cena de pouca pena
Algo que até me irrita
Um homem que tem sido
Tão bem compreensivo
Tanto até que limita.
Ó, gentil dona minha
Escrevo este poema
Transbordo-me de teima
Em amorosa linha
Penso e tenho bem lido
Um amor não nutrido
Um amor lá em cima.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Greenheart
A ventania toca Calypso
no frondoso Greenheart.
Perceber o amor no caminho,
e desejar você não é tarde.
Pedir que o temp…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Política sindical
Julian Lael O sindicato municipal discute com o sindicato estadual qual deles é mais imbatível que o sindicato federal. Enquanto isso, o…
Julian Lael
Obra N.° 1: Olhos Cor de Âmbar
Mesmo que eu ande
sem o calor da tua presença,
Meus olhos hão de ter
o frescor da tua excelência.
Olhos cor de âmbar…
Vilar Romancista
A expectativa não é leal
Manchete:"Ah, expectativa, que coisa mais feia!"
Cheia de falsa espera; infinito promete.
Repete, não cumpre; à ilusão chuleia.…
Raquel Ordones