DE REPENTE O NADA
Vez ou outra dá um branco,
Some tudo da cabeça,
Ela vira um deserto,
Coisa estranha essa.
De repente o nada,
O espaço vazio,
Sem luz nem estrelas,
O horizonte num deserto.
Caminhar é impossível,
A visão fica escura,
Cai por terra a consciência,
O que sobra é a penumbra.
Acontece. É o que dizem,
Mas por que comigo?
Não podia ser outro dia?
Logo hoje essa agonia!
Os dias passam rápido,
Mas só os dias bons,
Porque hoje vai ser demorado,
Dia de muita aporrinhação.
Some tudo da cabeça,
Ela vira um deserto,
Coisa estranha essa.
De repente o nada,
O espaço vazio,
Sem luz nem estrelas,
O horizonte num deserto.
Caminhar é impossível,
A visão fica escura,
Cai por terra a consciência,
O que sobra é a penumbra.
Acontece. É o que dizem,
Mas por que comigo?
Não podia ser outro dia?
Logo hoje essa agonia!
Os dias passam rápido,
Mas só os dias bons,
Porque hoje vai ser demorado,
Dia de muita aporrinhação.
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