Amor-Essência
Amor-Essência
Que vida boémia leva o amor
Que arde com fervor mesmo quando leva
Com um balde de água fria
Há quem diga que é cego, e o deve ser
Amar sem ver a quem
Dá saúde à alma e nutre a mente
Experimenta uma colectânea de aventuras e emoções
Permite a relia dos olhares
E a ternura dos gestos
Aí como me apetece gritar aos sete ventos!
Que quem não sente não é filho de boa gente!
Mas contudo só me apetece chorar
Cair em transe hipnótico
E afundar me na minha própria melancolia
E esperar que este amor me venha tocar, acordar para uma fantasia nunca antes concretizada.
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