Tanatofobia
Morre-se
Cada minuto me faz lembrar
Me dá calafrios imaginar
Meu corpo coberto pela terra
No escuro, no silêncio
Imobilizado
A ideia de adormecer
De nunca mais acordar
A vida em minha fronte crepuscular
O mergulho no abismo
O pensamento fixo
Quem vai primeiro?
Eu, você ou ele?
Se o dilaceramento cruel é certo
Para que nos unimos?
Medo que antecipa o luto
Convivo com esse vazio
Que atravessa toda alegria
E com essa vergonha secreta
Que não ouso confessar
Seu nome é obsceno
Ninguém quer dela falar
Cada minuto me faz lembrar
Me dá calafrios imaginar
Meu corpo coberto pela terra
No escuro, no silêncio
Imobilizado
A ideia de adormecer
De nunca mais acordar
A vida em minha fronte crepuscular
O mergulho no abismo
O pensamento fixo
Quem vai primeiro?
Eu, você ou ele?
Se o dilaceramento cruel é certo
Para que nos unimos?
Medo que antecipa o luto
Convivo com esse vazio
Que atravessa toda alegria
E com essa vergonha secreta
Que não ouso confessar
Seu nome é obsceno
Ninguém quer dela falar
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
2023-09-01
Comendo hambúrguer, quem vai primeiro sou eu
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*