🔴 Tá ruim, mas tá bom — Elvira do Ipiranga...
Nossa intérprete do Hino Nacional Brasileiro (Fórmula 1) não teve culpa. Mesmo que tivesse, a culpa é dela e ela bota em quem quiser. Foi isto o que ela fez: “defeito técnico”. Ahamm. Na verdade, a culpa foi de quem contratou a artista, sabendo que a letra não poderia ser mais complexa do que os versos: “vai descendo até o chão” ou “quica com força”.
Deixando minhas infelizes anedotas na obscuridade, o garoto do cavaquinho, esbanjando toda sua alegria e simpatia, bem como a malemolência brasileira, fez a sua parte. Tem também o gueri-gueri, o vai-que-não-vai... Pois bem, o menino deu azar, porque o apagão da Ludmilla expos ao mundo um cavaquinho sendo espancado. Mas tudo bem, para mudar de ideia quem acha admirável alguém que arranha um berimbau de 4 cordas, se surpreenderá quando algum pirralho europeu executar a “5ª sinfonia de Beethoven”.
A artista Vanusa já havia provado que era uma grande cantora, no entanto, também falhou na cerimônia onde cantava o Hino Nacional Brasileiro, como a funkeira. Aquela, mesmo na decadência vital, estava entupida de remédios; esta, foi colocada numa fria e, equipada com um analfabetismo funcional, caiu.
Entretanto, eu compreendo a limitação e o nervosismo da Ludmilla diante do mundo. Eu mesmo erraria ou esqueceria a letra de ‘Cai, cai, balão’ se cantasse para mais de duas pessoas. Mas o que interessa para quem exerce o poder não é o talento, mas a estética. Considerando a intenção da apresentação e o grande número de espectadores estrangeiros, o recado foi passado. Embora os estrangeiros desconheçam o nosso hino, o piloto Max Vestappen ficou constrangido.
Se engana quem acha que a artista Ludmilla foi lembrada por ser uma grande cantora. Opressão, vitimismo, empoderamento, cultura popular brasileira etc compuseram o conjunto de valores que atraíram as atenções mundiais. O hino era um subterfúgio para apresentar o real recado: os meios justificam os fins.
Talvez a Ludmilla não saiba, mas quem a escolheu para “pagar o mico”, queria exatamente isso, menos até. Portanto, enquanto ela acha que o erro comprometeu o espetáculo, tem gente comemorando.
Ela quis homenagear a Whitney Houston. Ah, e eu, o Elvis Presley.
Deixando minhas infelizes anedotas na obscuridade, o garoto do cavaquinho, esbanjando toda sua alegria e simpatia, bem como a malemolência brasileira, fez a sua parte. Tem também o gueri-gueri, o vai-que-não-vai... Pois bem, o menino deu azar, porque o apagão da Ludmilla expos ao mundo um cavaquinho sendo espancado. Mas tudo bem, para mudar de ideia quem acha admirável alguém que arranha um berimbau de 4 cordas, se surpreenderá quando algum pirralho europeu executar a “5ª sinfonia de Beethoven”.
A artista Vanusa já havia provado que era uma grande cantora, no entanto, também falhou na cerimônia onde cantava o Hino Nacional Brasileiro, como a funkeira. Aquela, mesmo na decadência vital, estava entupida de remédios; esta, foi colocada numa fria e, equipada com um analfabetismo funcional, caiu.
Entretanto, eu compreendo a limitação e o nervosismo da Ludmilla diante do mundo. Eu mesmo erraria ou esqueceria a letra de ‘Cai, cai, balão’ se cantasse para mais de duas pessoas. Mas o que interessa para quem exerce o poder não é o talento, mas a estética. Considerando a intenção da apresentação e o grande número de espectadores estrangeiros, o recado foi passado. Embora os estrangeiros desconheçam o nosso hino, o piloto Max Vestappen ficou constrangido.
Se engana quem acha que a artista Ludmilla foi lembrada por ser uma grande cantora. Opressão, vitimismo, empoderamento, cultura popular brasileira etc compuseram o conjunto de valores que atraíram as atenções mundiais. O hino era um subterfúgio para apresentar o real recado: os meios justificam os fins.
Talvez a Ludmilla não saiba, mas quem a escolheu para “pagar o mico”, queria exatamente isso, menos até. Portanto, enquanto ela acha que o erro comprometeu o espetáculo, tem gente comemorando.
Ela quis homenagear a Whitney Houston. Ah, e eu, o Elvis Presley.
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