Cena em bandeira posta
domando a vontade
no colo do vento
a bandeira tange a pátria
pelas ruas do tempo
como se fora ordem
das nações que intenta
os homens consumidos
em larga ausência
pausam os sentidos
em súbita continência
no colo do vento
a bandeira tange a pátria
pelas ruas do tempo
como se fora ordem
das nações que intenta
os homens consumidos
em larga ausência
pausam os sentidos
em súbita continência
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A vida inteira ! (soneto) - 10/11/2015
Carreguei a vida inteira, este meu fardo Fruto idílico de um amor passado, Que em chamas de amor ainda arde, E nem as cinzas, dão o fogo…
Armando A. C. Garcia
Amor; (soneto) - 10/06/2016
se é que esta palavra tem sentido
após intensa vivência amorosa,
como forma de sublimar o indefinido
de um mom…
Armando A. C. Garcia
Vós ... (soneto duplo) - 09/11/2015
Sinto a dor que trespassa o coração Desde a ímpia e remota mocidade, Cansado de aguardar outra intenção Que a vida me frustrou em tenr…
Armando A. C. Garcia
Ao Arquiteto do Universo - 12/09/2004
Ao Grande Arquiteto do Universo Eu peço, neste meu humilde verso , Um mundo de amor, paz e progresso Entendimento nos lares e sucesso. …
Armando A. C. Garcia