Viver Antes que o Inevitável nos Abrace Por Inteiro
Estranha a ideia de experimentar
A vida pensando no pós-morte.
Que sentido há nisso? Promessas vãs?
Melhor viver com o sentindo que as mãos criaram,
Fazendo o que se gosta,
Dando significado às atitudes e relações tecidas.
Na corrida contra o inevitável,
A morte, sempre nos alcança, inabalável.
Então, por que não aproveitar a aventura possível,
Antes de mudar para a última morada, o caixão?
Mesmo com as poças dos problemas
Aumentando a cada dia, seguir adiante.
Dar partida no motor, cair na estrada
Em busca daquilo que apareça no caminho.
Abraçar a imperfeição do mundo
E disparar todas as armas em busca de prazeres.
Sete palmos abaixo, a terra nos espera,
Viver sem pesos, gozar o dúbio tempo,
Antes que o inevitável nos abrace por inteiro.
A vida pensando no pós-morte.
Que sentido há nisso? Promessas vãs?
Melhor viver com o sentindo que as mãos criaram,
Fazendo o que se gosta,
Dando significado às atitudes e relações tecidas.
Na corrida contra o inevitável,
A morte, sempre nos alcança, inabalável.
Então, por que não aproveitar a aventura possível,
Antes de mudar para a última morada, o caixão?
Mesmo com as poças dos problemas
Aumentando a cada dia, seguir adiante.
Dar partida no motor, cair na estrada
Em busca daquilo que apareça no caminho.
Abraçar a imperfeição do mundo
E disparar todas as armas em busca de prazeres.
Sete palmos abaixo, a terra nos espera,
Viver sem pesos, gozar o dúbio tempo,
Antes que o inevitável nos abrace por inteiro.
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