DE REPENTE…
De repente a praça enche-se de gente
E, tão só a minha alma chorosa
A extravasar o que o coração sente
Com a mente mais fervorosa
Com o mundo em sofrimento
Qual o peito sossegado
Que não bate a mil por cento
Que as lágrimas mostrem alento!
Quantos lamentos escondidos
Quantos medos sem remédio
Por carrascos e bandidos
Com o peito cheio de ódio
Quanto grito assombra o mundo
Sem respirar… sem ter folgo
Inocentes no mundo imundo
Que castiga a ferro e fogo
Quanta esperança sente a alma
Para ter um futuro risonho
E lhe cortam toda a calma
A realidade de tanto sonho
Évora, 10-11-23
E, tão só a minha alma chorosa
A extravasar o que o coração sente
Com a mente mais fervorosa
Com o mundo em sofrimento
Qual o peito sossegado
Que não bate a mil por cento
Que as lágrimas mostrem alento!
Quantos lamentos escondidos
Quantos medos sem remédio
Por carrascos e bandidos
Com o peito cheio de ódio
Quanto grito assombra o mundo
Sem respirar… sem ter folgo
Inocentes no mundo imundo
Que castiga a ferro e fogo
Quanta esperança sente a alma
Para ter um futuro risonho
E lhe cortam toda a calma
A realidade de tanto sonho
Évora, 10-11-23