Poemas e Poesias.
" Magma "
É doce a vóz que
embala meu sono...
E amarga a criatura
que não me ama.
O meu extinto me diz
sorte sua, desta voz não
ouvida.
Pois a criatura não
mais te segura! ela
baixou suas mãos.
Tem vez que me dá
vontade de virar magma
de um vulcão.
Me enterrando de corpo
e espírito no fundo de
qualquer chão.
Á doce voz do meu
honorável silencioso
coração , adormce por
inteiro minha ilusão.
Ademir o poeta.
É doce a vóz que
embala meu sono...
E amarga a criatura
que não me ama.
O meu extinto me diz
sorte sua, desta voz não
ouvida.
Pois a criatura não
mais te segura! ela
baixou suas mãos.
Tem vez que me dá
vontade de virar magma
de um vulcão.
Me enterrando de corpo
e espírito no fundo de
qualquer chão.
Á doce voz do meu
honorável silencioso
coração , adormce por
inteiro minha ilusão.
Ademir o poeta.