🔴 Terrorismo primavera/verão
O que leva alguém a vestir um boné ou uma camiseta de grupos terroristas? Diferentemente de uma peça de roupa que aparece para apoiar uma entidade, o boné do MST e a camiseta do Hamas, são usadas como artigos da moda.
Algo parecido, mas inofensivo, aconteceu quando proliferaram camisetas piratas da campanha do ‘Câncer de Mama’. Perseguindo a moda, mas estabelecendo um conflito ambulante: garotinhas, que não tinham aspecto de quem conhecia um universo além da cantora Taylor Swift, estavam exibindo estampas das bandas ‘Motörhead’ e ‘Ramones’.
Domingo (12), em São Paulo, Avenida Paulista, houve uma coisa. Não é vocabulário restrito, eu qualifico esse evento como ‘Coisa’. Com boa vontade, eu imprimiria faixas e cartazes escrito: “1ª Coisa Parade”. Uma reunião que junta terroristas de playground, militantes políticos, gente que aceita “lutar” por qualquer causa, sambistas de sapatênis e um padre é inominável. Somente seria identificável pejorativamente.
O Brasil sempre foi conhecido por judeus e árabes conviverem em harmonia. No entanto, depois de uma chuva surgiram cogumelos alucinógenos e sujeitos antissemitas. Olhando bem, o pessoalzinho que achou legal fazer “cosplay” de terrorista, não teria sequer coragem de tomar uma injeção contra a gripe.
Todo esse cenário dá um nó cerebral: um rapaz andrógino, com baixos níveis de testosterona, pijama do Mickey e pantufas da ‘Hello Kitty’ pode arrancar a sua cabeça com uma cimitarra, e a “garotinha do papai” fantasia-se de terrorista do Hamas ou Hezbollah.
Quanto ao padre Júlio Lancelotti (que eu apelidei de “LanceLOST”), eu não sei o que estava fazendo ali, além de, costumeiramente defender causas nefastas. Sabendo do seu histórico, me nego a tentar exorcizá-lo sob pena de despertar sua fúria e me ver incapaz de enfrentar forças terríveis que desconheço.
Nesses grupos extremistas, pode estar infiltrado aquele garoto estranho e aparentemente inofensivo. Entretanto, muito cuidado! Ele sente-se fazendo parte de alguma coisa e, para não perder isso, é capaz de tudo.
Algo parecido, mas inofensivo, aconteceu quando proliferaram camisetas piratas da campanha do ‘Câncer de Mama’. Perseguindo a moda, mas estabelecendo um conflito ambulante: garotinhas, que não tinham aspecto de quem conhecia um universo além da cantora Taylor Swift, estavam exibindo estampas das bandas ‘Motörhead’ e ‘Ramones’.
Domingo (12), em São Paulo, Avenida Paulista, houve uma coisa. Não é vocabulário restrito, eu qualifico esse evento como ‘Coisa’. Com boa vontade, eu imprimiria faixas e cartazes escrito: “1ª Coisa Parade”. Uma reunião que junta terroristas de playground, militantes políticos, gente que aceita “lutar” por qualquer causa, sambistas de sapatênis e um padre é inominável. Somente seria identificável pejorativamente.
O Brasil sempre foi conhecido por judeus e árabes conviverem em harmonia. No entanto, depois de uma chuva surgiram cogumelos alucinógenos e sujeitos antissemitas. Olhando bem, o pessoalzinho que achou legal fazer “cosplay” de terrorista, não teria sequer coragem de tomar uma injeção contra a gripe.
Todo esse cenário dá um nó cerebral: um rapaz andrógino, com baixos níveis de testosterona, pijama do Mickey e pantufas da ‘Hello Kitty’ pode arrancar a sua cabeça com uma cimitarra, e a “garotinha do papai” fantasia-se de terrorista do Hamas ou Hezbollah.
Quanto ao padre Júlio Lancelotti (que eu apelidei de “LanceLOST”), eu não sei o que estava fazendo ali, além de, costumeiramente defender causas nefastas. Sabendo do seu histórico, me nego a tentar exorcizá-lo sob pena de despertar sua fúria e me ver incapaz de enfrentar forças terríveis que desconheço.
Nesses grupos extremistas, pode estar infiltrado aquele garoto estranho e aparentemente inofensivo. Entretanto, muito cuidado! Ele sente-se fazendo parte de alguma coisa e, para não perder isso, é capaz de tudo.
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