Mulher que me maltrata
Na teia da ingratidão, me enredou a mulher que maltrata.
Tanto suportei, me entreguei por inteiro, mas em vão.
Tu me ferias e no fim, uma versão distorcida contavas.
Aprendi a suportar o insuportável, em silêncio, sem reclamar.
Quando te criticavam por tuas ações, eu te defendia com ardor.
Em silêncio sofri, enquanto me martirizavas e caluniavas sem parar.
Meu maior erro foi erguer-te quando estavas caída,
Pois isso te deu forças para me derrubar com crueldade.
Mas agora, livre e mais forte, renasço das cinzas da tua traição.
Tanto suportei, me entreguei por inteiro, mas em vão.
Tu me ferias e no fim, uma versão distorcida contavas.
Aprendi a suportar o insuportável, em silêncio, sem reclamar.
Quando te criticavam por tuas ações, eu te defendia com ardor.
Em silêncio sofri, enquanto me martirizavas e caluniavas sem parar.
Meu maior erro foi erguer-te quando estavas caída,
Pois isso te deu forças para me derrubar com crueldade.
Mas agora, livre e mais forte, renasço das cinzas da tua traição.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*