MANIFESTO SOCIAL (Soneto)
Uns defecam cheiroso, outros odor.
Entre humanos esta ufania impera,
porém, não sucumbe o esperado amor,
eis o princípio da mais remota era.
É odioso defecar terror
num tempo que se clama e que se espera
o beneplácito do Salvador,
lição sensível que ao universo gera.
Doutos senhores ditam regramento,
com seus discursos, extrai-se excremento.
No púlpito, escorgita-se fé vil
com a doutrina ignóbil e servil.
Libertam-nos com a poética aberta,
erudito e chulo, na hora certa ...
(Soneto feito a partir do poema Merda e ouro, de Psulo Leminiski)
Entre humanos esta ufania impera,
porém, não sucumbe o esperado amor,
eis o princípio da mais remota era.
É odioso defecar terror
num tempo que se clama e que se espera
o beneplácito do Salvador,
lição sensível que ao universo gera.
Doutos senhores ditam regramento,
com seus discursos, extrai-se excremento.
No púlpito, escorgita-se fé vil
com a doutrina ignóbil e servil.
Libertam-nos com a poética aberta,
erudito e chulo, na hora certa ...
(Soneto feito a partir do poema Merda e ouro, de Psulo Leminiski)
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