A megalomania do silêncio


Expande-se o silêncio codificado por um
Transeunte olhar majestoso, sereno e confidente
Qual sniper atira certeiro no cílio das palavras insurgentes

A noite megalómana circunda a retórica de um uivo atraente
Venera a escuridão pousada na haste das preces mais urgentes
Aconchega-se ao colo dos murmúrios quânticos fecundos e plangentes

Frederico de Castro
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