Páginas de branco
Em páginas de nada, nosso amor se perdeu,
Um romance que findou, do desapego que aconteceu.
Não podemos ficar reféns de sentimentos confusos,
Entre linhas tortas, nossos sonhos se desfizeram, em prantos.
No palco da vida, encenamos um ato,
Mas o enredo se perdeu, virou descompasso abstrato.
Não somos prisioneiros de emoções mal compreendidas,
É tempo de libertar o coração, seguir novas trilhas.
Em cada verso, a despedida ecoa,
Entre as rimas, a saudade se entrelaça e voa.
Não podemos ser cativos do que já foi vivido,
É hora de seguir adiante, deixar o passado esquecido.
Páginas em branco aguardam novas histórias,
O desapego é a chave para conquistar memórias.
No adeus, encontramos a liberdade,
Rompendo correntes, descobrindo a verdade.
Não mais reféns de um amor que se esvai,
A despedida é a ponte para o que ainda virá.
Em cada linha, escrevemos nosso recomeço,
Desapego é a arte de soltar, de se reconhecer disperso.
~CJ
Um romance que findou, do desapego que aconteceu.
Não podemos ficar reféns de sentimentos confusos,
Entre linhas tortas, nossos sonhos se desfizeram, em prantos.
No palco da vida, encenamos um ato,
Mas o enredo se perdeu, virou descompasso abstrato.
Não somos prisioneiros de emoções mal compreendidas,
É tempo de libertar o coração, seguir novas trilhas.
Em cada verso, a despedida ecoa,
Entre as rimas, a saudade se entrelaça e voa.
Não podemos ser cativos do que já foi vivido,
É hora de seguir adiante, deixar o passado esquecido.
Páginas em branco aguardam novas histórias,
O desapego é a chave para conquistar memórias.
No adeus, encontramos a liberdade,
Rompendo correntes, descobrindo a verdade.
Não mais reféns de um amor que se esvai,
A despedida é a ponte para o que ainda virá.
Em cada linha, escrevemos nosso recomeço,
Desapego é a arte de soltar, de se reconhecer disperso.
~CJ
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