Soneto da Circunspecção
Tua personalidade invectiva
Outrora gozava da prerrogativa
Da minha paz infringir
Do meu sossego atingir
Tua forma de velar meias verdades
De ocultar infame imbecilidade
Outrora me provocava furor
Agora, atesta teu próprio desamor
Ah! Quantas vezes me intoxiquei!
De ódio, chorei e me inebriei...
Com o veneno da tua ironia ofídica
Mas aprendi que a energia é fluídica
E o que em mim não repercute
Tampouco altera meu azimute.
Outrora gozava da prerrogativa
Da minha paz infringir
Do meu sossego atingir
Tua forma de velar meias verdades
De ocultar infame imbecilidade
Outrora me provocava furor
Agora, atesta teu próprio desamor
Ah! Quantas vezes me intoxiquei!
De ódio, chorei e me inebriei...
Com o veneno da tua ironia ofídica
Mas aprendi que a energia é fluídica
E o que em mim não repercute
Tampouco altera meu azimute.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*