Cidade do coração
Nas ruas do Rio, uma história se desenrola,
Um conto de violência, onde a esperança se consola.
O tráfico de drogas, uma sombra que paira,
Sobre a cidade maravilhosa, que em seu coração, clama.
As balas perdidas, os sonhos interrompidos,
Os sorrisos apagados, os futuros proibidos.
Mas dentro da escuridão, sempre há uma luz,
Um grito de esperança, que a todos seduz.
Nas favelas, nas vielas, nas praias e no mar,
Há uma luta constante, um desejo de mudar.
Pela paz, pela vida, pelo fim da opressão,
Pelo Rio de Janeiro, cidade do coração.
A violência e as drogas, um ciclo a quebrar,
Para que a cidade possa, finalmente, respirar.
Com amor, com coragem, com a força de quem sonha,
O Rio de Janeiro, em seu coração, entoa.
Um dia, a paz reinará, nas ruas do Rio,
Onde a violência era rei, haverá um novo desafio.
Para construir um futuro, onde todos possam viver,
Na cidade maravilhosa, onde a esperança irá renascer.
Um conto de violência, onde a esperança se consola.
O tráfico de drogas, uma sombra que paira,
Sobre a cidade maravilhosa, que em seu coração, clama.
As balas perdidas, os sonhos interrompidos,
Os sorrisos apagados, os futuros proibidos.
Mas dentro da escuridão, sempre há uma luz,
Um grito de esperança, que a todos seduz.
Nas favelas, nas vielas, nas praias e no mar,
Há uma luta constante, um desejo de mudar.
Pela paz, pela vida, pelo fim da opressão,
Pelo Rio de Janeiro, cidade do coração.
A violência e as drogas, um ciclo a quebrar,
Para que a cidade possa, finalmente, respirar.
Com amor, com coragem, com a força de quem sonha,
O Rio de Janeiro, em seu coração, entoa.
Um dia, a paz reinará, nas ruas do Rio,
Onde a violência era rei, haverá um novo desafio.
Para construir um futuro, onde todos possam viver,
Na cidade maravilhosa, onde a esperança irá renascer.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*