Da energia vivente
é que nos arroubos da energia
jogados no peito dos viventes
de-se o conluio da matéria
com o tanto de si adredemente
como se fora uma usina
de fabricar assim no tempo
os espaços declarados na oficina
construída no vão do pensamento
e possa desgarrar-se do infinito
como medida ainda que restrita
e derramar-se a pulso pela vida
como vivência sempre consentida
jogados no peito dos viventes
de-se o conluio da matéria
com o tanto de si adredemente
como se fora uma usina
de fabricar assim no tempo
os espaços declarados na oficina
construída no vão do pensamento
e possa desgarrar-se do infinito
como medida ainda que restrita
e derramar-se a pulso pela vida
como vivência sempre consentida
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