.
Talvez eu tema o futuro
Tenha medo de dormir
E acabar inerte no mundo
Dessa juventude ruir
Já desperdicei tanto tempo
Poupando sentimentos
Acomulando desistencias
colecionando arrependimentos
Agora imagino o impossível
Prorrogando o inevitável
De que também morre um inconformado
Quando deixa de sentir
A vida viria estagnar?
Após poemas inacabados
Amores não demonstrados
Rabiscos amassados
a causa mortis será:
"Sofreu do mal da monotonia
Aprisionado numa liberdade predita
Sufocado por palavras não ditas
Esperando algo acontecer."
Tenha medo de dormir
E acabar inerte no mundo
Dessa juventude ruir
Já desperdicei tanto tempo
Poupando sentimentos
Acomulando desistencias
colecionando arrependimentos
Agora imagino o impossível
Prorrogando o inevitável
De que também morre um inconformado
Quando deixa de sentir
A vida viria estagnar?
Após poemas inacabados
Amores não demonstrados
Rabiscos amassados
a causa mortis será:
"Sofreu do mal da monotonia
Aprisionado numa liberdade predita
Sufocado por palavras não ditas
Esperando algo acontecer."
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Balanço de Palma de Cera Quindío
Percebi galeanamente
na própria pele o efeito
do que são as veias abertas
da nossa América Latina,
Embora se misture …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Ipês seguimos
O tempo propício chegou
de um mostrar o quanto um
pelo outro sempre esperou;
e nada nos dessacralizou.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Pétalas do Ipê-amarelo
O amor é reconhecido
independente da origem,
da vestal, do disfarce
e do idioma que ele fale.
Para o amor não existe
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Almas que sangram
O sangue que corre, tinge da cor do rubi
a alma traiçoeiramente ferida.
Agoniza em dores, um amor.
As paredes se fecham, o …
A poesia de JRUnder