A combalida Fé !
A combalida Fé !
A combalida Fé de nossa sociedade
Tão pervertida nos deleites mundanos
Trocou as palavras de sublimidade
Pelas orgias pecaminosas dos profanos,
Trocou os dons espirituais pelo prazer
O ser humano esqueceu que existe Deus.
E Este, lá do assento etéreo do poder
Está mostrando Seu poder, aos filhos seus
Restringindo a chuva nos mananciais,
Enquanto São Paulo, sofre inundações
Não chove junto aos açudes principais
E a seca, causar-vos-á exasperações
Se ao poder de Deus não vos subjugais
As agitadas ondas de imprecações
Atingir-vos-ão nas conjunções carnais
Do desvario delírio de vossas diversões
Haverá tempo de angústia e ponderação
Para avaliação da soberba de cada um
Como as pragas lançadas ao Egito. Serão
vossos sofrimentos, de exaltação comum !
São Paulo, 06/05/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog:
brisadapoesia.blogspot.com
A combalida Fé de nossa sociedade
Tão pervertida nos deleites mundanos
Trocou as palavras de sublimidade
Pelas orgias pecaminosas dos profanos,
Trocou os dons espirituais pelo prazer
O ser humano esqueceu que existe Deus.
E Este, lá do assento etéreo do poder
Está mostrando Seu poder, aos filhos seus
Restringindo a chuva nos mananciais,
Enquanto São Paulo, sofre inundações
Não chove junto aos açudes principais
E a seca, causar-vos-á exasperações
Se ao poder de Deus não vos subjugais
As agitadas ondas de imprecações
Atingir-vos-ão nas conjunções carnais
Do desvario delírio de vossas diversões
Haverá tempo de angústia e ponderação
Para avaliação da soberba de cada um
Como as pragas lançadas ao Egito. Serão
vossos sofrimentos, de exaltação comum !
São Paulo, 06/05/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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