Entre dois amores.
Em meu peito, dois amores moram,
Um é fogo, o outro é a calma.
Um me machuca, mas me transforma,
O outro cura, trazendo a alma.
O primeiro é um vício, uma corrente,
Que me prende em sua dança ardente.
Ele me fere, me deixa em pedaços,
Mas sem ele, sinto-me vazio, sem passos.
O segundo é um porto seguro,
Um amor puro, doce e maduro.
Ele me quer, e eu o quero,
Mas o primeiro amor, ainda espero.
Preso nessa teia de emoção,
Anseio pela luz da razão.
Desejo o amor que me faz bem,
Mas também anseio pelo mal, e sei disso também.
Nessa encruzilhada de paixões, estou confuso,
Por um amor, sou desfeito, pelo outro, refúgio.
Que decisão angustiante deve ser tomada,
Entre um amor que me despedaça, e outro que me aguarda.
E agora, neste mar de sentimentos, onde a razão se perde,
Onde o coração se divide, e a alma se rende,
O amor que me acalma, que me faz viver,
Pergunta ao meu coração: "Por que insistes em sofrer?
Por que te prendes ao amor que te desafia,
Que te quebra, que te tira a alegria?
Por que deixas-me aqui, à espera, em vão,
Enquanto te entregas à dor, à desilusão?"
L.
Um é fogo, o outro é a calma.
Um me machuca, mas me transforma,
O outro cura, trazendo a alma.
O primeiro é um vício, uma corrente,
Que me prende em sua dança ardente.
Ele me fere, me deixa em pedaços,
Mas sem ele, sinto-me vazio, sem passos.
O segundo é um porto seguro,
Um amor puro, doce e maduro.
Ele me quer, e eu o quero,
Mas o primeiro amor, ainda espero.
Preso nessa teia de emoção,
Anseio pela luz da razão.
Desejo o amor que me faz bem,
Mas também anseio pelo mal, e sei disso também.
Nessa encruzilhada de paixões, estou confuso,
Por um amor, sou desfeito, pelo outro, refúgio.
Que decisão angustiante deve ser tomada,
Entre um amor que me despedaça, e outro que me aguarda.
E agora, neste mar de sentimentos, onde a razão se perde,
Onde o coração se divide, e a alma se rende,
O amor que me acalma, que me faz viver,
Pergunta ao meu coração: "Por que insistes em sofrer?
Por que te prendes ao amor que te desafia,
Que te quebra, que te tira a alegria?
Por que deixas-me aqui, à espera, em vão,
Enquanto te entregas à dor, à desilusão?"
L.
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