Punhados de palavras
Tenho sempre medo que me faltem punhados de
palavras para te falar de amor, esse sentimento que
se demora no peito. E olho para ti, sei depois que o
silêncio onde se guardam as palavras é sempre a página
que lês nos meus olhos e fico-me – despida de tudo e o tudo
é agora a pele, a capa do livro que tu conheces de cor e afagas,
e folheias ao encontro de mim.
palavras para te falar de amor, esse sentimento que
se demora no peito. E olho para ti, sei depois que o
silêncio onde se guardam as palavras é sempre a página
que lês nos meus olhos e fico-me – despida de tudo e o tudo
é agora a pele, a capa do livro que tu conheces de cor e afagas,
e folheias ao encontro de mim.
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