FRAGMENTOS II
Vasculho na inercia a soberba, fútil e ingrata
esmagando num sifão, o grão da alquimia,
mesclado num tempo que não tem hora,
perdura os amores e dores que me afundo,
aguardando a horade morrer.
Em vácuo eterno me esvaio disperso,
como o alento final d'um moribundo,
momento jucundo! Queira a morte aparecer
eu aguardo, como o último suspiro douniverso.
Ferrado na pele, roído e flagelado no sentimento,
perdido na dormência de tanto me encontrar perdido,
desfaço o cansaço, que bloqueia o pensamento.
João Murty
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski