ARDÊNCIA
Toma-me agora.
Toma-se assim... por mim...
além de ti.
Fagulhas de minhas entranhas
que queimam por ti.
Desejo incontido,
peito ardente,
mamilos crescidos, eretos,
sangrando por ti.
Deixa-me ficar em ti,
deixa-me percorrer com meus dedos
teus contornos,
tua carne quente,
ardente...
abrindo caminho
para minha língua errante
que desce... desce...
devagar por teu ventre
em busca do que mais quero,
que sempre quis.
Percorre comigo esta trilha
que meus dedos abrem
e minha língua solta vai
ao encontro do nosso mais ardente
Prazer.
Vamos...
Toma-se assim... por mim...
além de ti.
Fagulhas de minhas entranhas
que queimam por ti.
Desejo incontido,
peito ardente,
mamilos crescidos, eretos,
sangrando por ti.
Deixa-me ficar em ti,
deixa-me percorrer com meus dedos
teus contornos,
tua carne quente,
ardente...
abrindo caminho
para minha língua errante
que desce... desce...
devagar por teu ventre
em busca do que mais quero,
que sempre quis.
Percorre comigo esta trilha
que meus dedos abrem
e minha língua solta vai
ao encontro do nosso mais ardente
Prazer.
Vamos...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*